Panicat do programa Pânico, Babi Muniz diz ser evangélica


Quem vê Babi Muniz no palco do programa “Pânico”, nem imagina que nas horas vagas a panicat estuda. E muito. Ela tem feito aulas de piano, canto e ensaiado coreografias para sua nova carreira de cantora de funk. “Sempre gostei de cantar, desde criança. Escolhi o funk melody porque é divertido, dançante. É uma coisa mais pop. Quero construir minha carreira e aprender muito. Quero provar que sou boa e vou conseguir. Nem todo mundo nasce com o dom de cantar, mas aprende com aulas. Eu estou me dedicando”, conta ela, em bate-papo com o Portal EGO.

Babi já lançou uma música de trabalho, com participação do MC Koringa, chamada “Solta esse corpo”, está fazendo apresentações pelo Brasil e gravará um DVD em outubro. “Digo que não é um show, é um espetáculo, porque é muito pra cima, com muita coreografia. Eu sou espoleta, brinco muito, sou muito engraçada no show.”, diz.

Ela confessa que sofre preconceito como cantora, por conta de ser panicat. “Algumas pessoas criticam antes de me assistir. Nem me viram e já acham que é ruim. Mas depois que veem meu show, só têm elogios. O legal é impressionar”.

Babi é evangélica e garante que a religião não atrapalha seu trabalho como panicat e nem agora como cantora de funk. “Foi tudo muito bem recebido na igreja que vou, porque a gente prega que não existe julgamento para Deus, Deus te ama pelo seu coração e eu tenho o coração muito bom. Sempre busco fazer o bem, ajudar aos outros. E minha família também me apoiou. Isso é o mais importante”, declara.

Os seus colegas de ‘Pânico” também concordaram com sua carreira musical. “Eles sabem que são minha prioridade. Sempre que podem, assistem ao meu show. Querem mais que eu tenha sucesso. Consigo me desdobrar e gravar o programa, ensaiar, fazer shows. A rotina está mais pesada mesmo”, explica.

Babi confessa que já recebeu algumas propostas indecentes, mas, claro, nunca aceitou. “Por ser bonita, qualquer mulher, que chama a atenção, vai ter propostas assim. Não importa da onde é. Vai dela aceitar ou não. No começo eu me sentia meio ofendida, muitos pensam que só porque a pessoa trabalha de biquíni, não presta. Mas agora já sei que não adianta brigar, eu simplesmente ignoro”, desabafa ela, que faz o estilo mais caseira e está solteira: “Sou bem sossegada”.
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