Ex-BBB Jean Wyllys, cospe em Jair Messias Bolsonaro

No último domingo (17) acompanhamos em rede nacional a transmissão da votação pró-impeachment da então Presidente Dilma Rousseff; todos o...


No último domingo (17) acompanhamos em rede nacional a transmissão da votação pró-impeachment da então Presidente Dilma Rousseff; todos os olhos estavam atentos, fitos a comissão que votaria um parecer favorável ou não ao processo de impedimento.

O assunto mais debatido e que foi alvo de inúmeros manifestos nas redes sociais, sites, jornais e revistas, foi o atrito entre Jair Bolsonaro (PSC/SP) e Jean Wyllys (PSOL/RJ). Não é de se espantar, é claro, o estresse por parte dos dois lados: o lado daqueles que defendem a Presidente, e o lado daqueles que não defendem. Entretanto, o clima estarrecedor que se estabeleceu no congresso nacional naquela noite de domingo, fez-nos enxergar a maneira como andam as coisas em nosso país. De um lado, Jair Bolsonaro, deputado cogitado para se eleger a presidência do Brasil em 2018, de outro, Jean Wyllys, um ex-BBB tomado pelo esquerdismo doentio.

A postura adotada por Jean Wyllys foi uma das mais patéticas posturas (tirando a que o mesmo veste-se de Che Guevara) já vistas. Particularmente, as bandeiras defendidas por Bolsonaro, em relação a família e ao conservadorismo, me representam. O deputado tem acertado em cheio em muitos âmbitos, como por exemplo, o da família tradicional.

Já Jean Wyllys disse em entrevista ao portal UOL que cuspiu e cuspiria novamente em Bolsonaro. "Eu cuspiria na cara dele quantas vezes eu quisesse", afirmou o deputado. Tiramos a parte nojenta da coisa, e agora enfatizamos a parte em que o deputado infligiu o regimento interno do Congresso, agindo com falta de decoro parlamentar. Uma piada! Primeiro que é totalmente inadmissível, no Congresso Nacional, lugar dedicado às discussões e projetos que terão um peso significativo em toda a sociedade, acompanharmos uma cena como esta. Seria irracionalidade minha e falta de coerência considerar Jean Wyllys um parlamentar. É só mais um dos parasitas que levantam bandeiras em apoio a regimes de Cuba, louvando e centralizando Fidel Castro e Che Guevara como salvadores da pátria.

Veja o que o extremismo tem ocasionado em nossa volta. E porque não mencionar o extremismo religioso? O EI mata em nome de Maomé. E quem nos garante que futuramente estes extremistas políticos não cometerão atrocidades em nome de seus deleites e seus pareceres autoritários? Digo sim a justiça, sim a democracia, sim ao fim da corrupção e não ao extremismo político.

Por um país melhor, uma nação melhor, nas próximas eleições devemos votar conscientemente.

Que nossas orações pela nação e por nossos governantes acendam-se cada vez mais, sabendo que "Feliz é a nação cujo Deus é o SENHOR" (Sl 33.12)

João Paulo,
cristão, defensor da família tradicional, do conservadorismo moral, e "coxinha reacionário".