Pastor Marcos Pereira líder da Igreja ADUD deixa a prisão

Na página oficial da igreja no Facebook um post comemora a libertação do pastor: “ADUD – Assembléia de Deus dos Últimos Dias tem apastor-marcos-pereira-deixa-a-prisao-24-12-14-nota-da-igreja Honra de informar que o nosso Pastor Marcos Pereira está livre, e, encontra-se na igreja, Sua prisão nos ensinou que o justo sofre mas vence! Deus Abençoe a Todos! Que diremos, pois, diante dessas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? Romanos 8:31″

O líder e fundador da Igreja Evangélica Assembleia de Deus dos últimos Dias pastor Marcos Pereira deixou a prisão na quarta-feira (24) acompanhado por familiares e amigos. O pastor que estava preso desde maio/2013 foi solto mediante um Habeas Corpus concedido pela justiça.

O cantor evangélico Waguinho postou uma foto em seu perfil no Instagram, onde aparece o pastor Marcos Pereira, sua filha e famíliares ainda no carro momentos depois de receber da justiça do Rio de Janeiro a autorização de liberdade.

O pastor Marcos Pereira estava preso desde maio de 2013 pelo Ministério Público Estadual por dois crimes de estupro e por coação. E nesta quarta-feira(24) véspera de Natal foi concedido pela Justiça Habeas Corpus ao líder da Assembleia de Deus dos Últimos Dias(ADUD), pelo ministro Marco Aurélio Mello, dando o beneficio ao religioso de esperar o julgamento em liberdade..

Agora em liberdade e junto com a congregação o qual é líder e pastor, Marcos Pereira vai aguardar, conforme informou os seus advogados de defesa, uma tentativa através de Habeas Corpus no Supremo Tribunal Federal, o trancamento da ação penal do processo que o condenou por estupro na 2ª Vara Criminal de São João do Miriti.

Conforme informou o advogado do pastor Marcos, Ivan Bomfim da Silva, o crime, se ocorreu, aconteceu em data anterior à lei 12015, de agosto de 2009, que extinguiu a ação privada dos crimes sexuais. Até a mudança da legislação, a suposta vitima tinha até seis meses para entrar com uma ação contra o acusado.
-O STF como guardião da Constituição entendeu que a garantia do cidadão Marcos Pereira estava sendo violada – afirmou o advogado de defesa.