Marcelo Tas, apresentador do CQC, critica Marco Feliciano

O apresentador do CQC, Marcelo Tas , fez um comentário sobre a indicação do pastor e deputado federal Marco Feliciano que foi eleito p...

O apresentador do CQC, Marcelo Tas, fez um comentário sobre a indicação do pastor e deputado federal Marco Feliciano que foi eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias nesta quarta-feira (06). O apresentador classificou o deputado como “racista e homo fóbico”
O apresentador pulicou um texto em seu blog com o nome de “A indignação do deputado federal e ativista gay Jean Wyllys”, onde ele concordou com o ativista que o pastor Marco Feliciano pode ser desequilibrado para assumir o cargo.


“Uma figura mercurial e fundamentalista como Feliciano, para dizer o mínimo sobre o estilo bufão, assertivo e arrogante do deputado pastor, certamente não conduzirá a Comissão de Direitos Humanos e Minorias a um bom debate”, afirmou Tas.

Marcelo Tas ainda diz ter assinado um abaixo-assinado com o objetivo da imediata destituição de Marco Feliciano da presidência da CDHM. “Apenas não creio que ele seja uma pessoa equilibrada o bastante para presidir a Comissão. Por isso, estou assinando a petição que pede a imediata destituição do deputado Marco Feliciano da Comissão de Direitos Humanos e Minorias na Câmara dos Deputados”, disse o apresentador.

A petição criada no site Avaaz para conseguir a destituição de Marco Feliciano do cargo já está com mais de 118 mil assinaturas até o momento.

O pastor Marco Feliciano também criou uma petição em seu favor no site da Avaaz e outra em seu próprio site que já ultrapassa as 120 mil assinaturas. O pastor não confiou somente no site Avaaz para criar sua petição em vista do ocorrido com a petição de Silas Malafaia, que foi removida do site da Avaaz no mês passado.

Marco Feliciano está divulgando o abaixo-assinado através do Twitter, onde também divulgou que vem sofrendo ameaças de morte por causa de sua indicação ao cargo da Comissão. De acordo com o deputado, ele vem recebendo ameaças contra sua vida por ativistas, que não concordam com suas posições políticas.